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A pluralidade da ciência aberta é tema de debate do Centro de Estudos do Icict

ByJoyce Viana

jul 2, 2021

Reflexões sobre a Ciência Aberta como um objeto plural são o tema do próximo encontro do Centro de Estudos do Icict. A sessão será transmitida em 16 de julho, às 14h, pelo canal da VideoSaúde Distribuidora no Youtube.

Para debater esse assunto, a palestrante convidada será a pesquisadora portuguesa Maria Manuel Borges, da Universidade de Coimbra, que estará acompanhada de Cristiani Machado, vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, que participará da sessão como debatedora.

“A presente comunicação visa refletir sobre as oportunidades e os desafios que condicionam as práticas epistêmicas no contexto da Ciência Aberta, trazendo a experiência da palestrante como membro do Grupo de Trabalho Interministerial, subgrupo Avaliação de Ciência, para a elaboração de uma Política Nacional de Ciência Aberta em Portugal em diálogo com as políticas institucionais de acesso aberto da Fiocruz”, explicam os coordenadores do Centro de Estudos, Marcio Sacramento e Raquel De Boni, pesquisadores do Icict.

A ciência aberta é um paradigma que considera a criação do conhecimento e sua disseminação como duas faces de uma mesma moeda. Para os coordenadores do Centro de Estudos, ela facilita o acesso ao trabalho de investigação, além de difundir e estimular a criação e partilha do conhecimento, bem como potencializa o seu impacto junto à comunidade em que se insere e estimula seu uso.

Ciência Aberta

De acordo com a ementa desta sessão:

“A Ciência Aberta que, no seu sentido mais amplo, inclui muitas vertentes como o Acesso Aberto, os Dados Abertos, o software de código Aberto, os Recursos Educacionais Abertos, a Avaliação Aberta e a Ciência Cidadã, abrange não apenas a comunidade científica, mas a sociedade em geral. A Ciência Aberta é, por isso, um fenômeno disruptivo, como o definem (Vicente-Saez & Martinez-Fuentes, 2018), no sentido em que as alterações socioculturais e tecnológicas que origina, baseadas na abertura e conectividade, alteram o modo como a investigação é realizada, desenvolvida e partilhada através de redes colaborativas, envolvendo um conjunto amplo de interlocutores. Importa neste contexto sublinhar que as alterações de práticas não se produzem a um mesmo ritmo: são de adoção mais célere quando replicam aquelas já existentes, e mais lentas quando requerem mudanças, um esforço suplementar para os investigadores que tem de ser devidamente reconhecido, encorajado e recompensado.”

Assista

O seminário será transmitido pelo Canal da VideoSaúde no Youtube, em 16/7, a partir das 14h. É possível ativar o lembrete para o início da atividade. Os eventos online do Icict são abertos a todo o público, sem necessidade de inscrição prévia.

Não serão emitidos certificados de participação.

 

FONTE: Reprodução Assessoria de Comunicação do Icict/Fiocruz

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