Cara de pau metaforiza agora cinismo como política de Estado

Embora o início da conhecida marchinha carnavalesca seja “Eu sou o pirata da perna de pau…”, é oportuno substituir perna por cara no contexto político onde reinam Donald Trump e uma direita sem escrúpulos e recato. No cinema americano, cara de pau era Fred McMurray, uma expressão invariável ao longo de qualquer drama: contrapartida a Victor Mature e suas contorções faciais intensas, paródia de esforço fisiológico a cada cena. Cara de pau metaforiza agora cinismo como política de Estado: “Quero a Groenlândia porque não me deram o Prêmio Nobel”.
Leia mais (01/24/2026 – 11h49)Embora o início da conhecida marchinha carnavalesca seja “Eu sou o pirata da perna de pau…”, é oportuno substituir perna por cara no contexto político onde reinam Donald Trump e uma direita sem escrúpulos e recato. No cinema americano, cara de pau era Fred McMurray, uma expressão invariável ao longo de qualquer drama: contrapartida a Victor Mature e suas contorções faciais intensas, paródia de esforço fisiológico a cada cena. Cara de pau metaforiza agora cinismo como política de Estado: “Quero a Groenlândia porque não me deram o Prêmio Nobel”.
Leia mais (01/24/2026 – 11h49) Folha de S.Paulo – Em cima da hora – Principal

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