Apreensões de produtos estrangeiros em MG ultrapassam R$ 134 milhões; eletrônicos lideram ranking


Operação apreende R$ 100 mil em produtos ilegais e prende comerciante em Passos (MG)
Receita Federal/Divulgação
A Receita Federal apreendeu mais de R$ 134 milhões em produtos estrangeiros no ano passado em Minas Gerais. O valor representa um aumento de 25% em relação ao que foi apreendido em 2024.
Segundo o órgão, o ranking é puxado pelos eletrônicos, que somam quase R$ 49 milhões. Na sequência, aparecem cigarros (R$ 43,5 milhões) e veículos (R$ 7,3 milhões). Veja abaixo:
Eletrônicos: R$ 48.873.000,00
Cigarros: R$ 43.509.000,00
Veículos: R$ 7.375.000,00
Equipamentos de informática: R$ 6.619.000,00
Vestuário e calçados: R$ 5.675.000,00
Cigarros eletrônicos: R$ 2.054.000,00
Ainda de acordo com a Receita, a apreensão de canetas emagrecedoras também se destacou no estado, onde 1.405 unidades foram apreendidas em 2025.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Contrabando e importação irregular
O órgão destaca que o resultado é fruto de diversas operações de combate ao contrabando e à importação irregular de mercadorias estrangeiras ao longo do ano. Elas costumam ocorrer em portos secos, aeroportos, estradas, centrais de distribuição dos Correios, marketplaces, transportadoras, depósitos clandestinos, centros atacadistas e outros estabelecimentos comerciais.
“As operações têm o objetivo de proteger a indústria nacional e os importadores regulares. A sonegação de impostos e a entrada irregular de produtos no país prejudicam os próprios consumidores e geram concorrência desleal”, afirmou.
Conforme a Receita, as mercadorias apreendidas que não representam riscos à saúde, após os trâmites processuais regulares, são destinadas seguindo a legislação em vigor.
“Essas mercadorias foram incorporadas ou doadas para outros órgãos públicos, promovendo a redução de gastos. As doações são parte do Programa Receita Cidadã, que busca contribuir com a gestão ambiental, ecoeficiência e responsabilidade social com ações benéficas para toda a sociedade”, completou.
Apreensões de drogas
No combate ao tráfico de drogas, em 2025, as equipes Receita Federal do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH, foram responsáveis pela apreensão de:
1,2 tonelada de cocaína
69,42 quilos de skunk
Seis quilos de metanfetamina
Em dezembro, uma fiscalização conjunta da Receita e da Polícia Federal apreendeu mais de uma tonelada de cocaína no terminal.
LEIA TAMBÉM:
Financeira dá golpe em 2 mil clientes após prometer retorno diário, causa prejuízo de R$ 35 mil a vítima e alega ataque hackerOperação apreende R$ 100 mil em produtos ilegais e prende comerciante em Passos (MG)
Receita Federal/Divulgação
A Receita Federal apreendeu mais de R$ 134 milhões em produtos estrangeiros no ano passado em Minas Gerais. O valor representa um aumento de 25% em relação ao que foi apreendido em 2024.
Segundo o órgão, o ranking é puxado pelos eletrônicos, que somam quase R$ 49 milhões. Na sequência, aparecem cigarros (R$ 43,5 milhões) e veículos (R$ 7,3 milhões). Veja abaixo:
Eletrônicos: R$ 48.873.000,00
Cigarros: R$ 43.509.000,00
Veículos: R$ 7.375.000,00
Equipamentos de informática: R$ 6.619.000,00
Vestuário e calçados: R$ 5.675.000,00
Cigarros eletrônicos: R$ 2.054.000,00
Ainda de acordo com a Receita, a apreensão de canetas emagrecedoras também se destacou no estado, onde 1.405 unidades foram apreendidas em 2025.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Contrabando e importação irregular
O órgão destaca que o resultado é fruto de diversas operações de combate ao contrabando e à importação irregular de mercadorias estrangeiras ao longo do ano. Elas costumam ocorrer em portos secos, aeroportos, estradas, centrais de distribuição dos Correios, marketplaces, transportadoras, depósitos clandestinos, centros atacadistas e outros estabelecimentos comerciais.
“As operações têm o objetivo de proteger a indústria nacional e os importadores regulares. A sonegação de impostos e a entrada irregular de produtos no país prejudicam os próprios consumidores e geram concorrência desleal”, afirmou.
Conforme a Receita, as mercadorias apreendidas que não representam riscos à saúde, após os trâmites processuais regulares, são destinadas seguindo a legislação em vigor.
“Essas mercadorias foram incorporadas ou doadas para outros órgãos públicos, promovendo a redução de gastos. As doações são parte do Programa Receita Cidadã, que busca contribuir com a gestão ambiental, ecoeficiência e responsabilidade social com ações benéficas para toda a sociedade”, completou.
Apreensões de drogas
No combate ao tráfico de drogas, em 2025, as equipes Receita Federal do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH, foram responsáveis pela apreensão de:
1,2 tonelada de cocaína
69,42 quilos de skunk
Seis quilos de metanfetamina
Em dezembro, uma fiscalização conjunta da Receita e da Polícia Federal apreendeu mais de uma tonelada de cocaína no terminal.
LEIA TAMBÉM:
Financeira dá golpe em 2 mil clientes após prometer retorno diário, causa prejuízo de R$ 35 mil a vítima e alega ataque hacker g1


