PF apura esquema milionário de fraudes em contratos públicos envolvendo empresários, advogado e servidores em RO


Imagem ilustrativa da Polícia Federal
Reprodução
Servidores públicos, empresários e um advogado são alvos de uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de fraudes em licitações e contratos públicos do governo do estado e da prefeitura. Segundo a PF, o grupo usava informações privilegiadas para favorecer empresas em disputas e garantir contratos superfaturados.
Essa é a segunda fase da Operação Máscara de Janos, que investiga o esquema de fraudes em contratos públicos. Na primeira etapa, a PF descobriu que o esquema funcionava há cerca de 15 anos e chegou a movimentar mais de R$ 8,4 milhões em apenas um ano.
De acordo com as investigações, o grupo teve acesso a documentos sigilosos, como minutas de pareceres técnicos e decisões administrativas, antes mesmo de serem assinados ou publicados oficialmente.
Com isso, empresas diferentes, mas que estavam ligadas a um mesmo grupo econômico que participavam de licitações de forma coordenada, simulavam uma concorrência para direcionar os resultados das contratações públicas.
Na primeira fase a polícia descobriu que duas empresas simulavam competir em licitações. No entanto, apenas uma existia de fato; a outra era uma empresa de fachada, registrada em nome de um laranja e sem funcionários.
A investigação começou em parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), durante ações de fiscalização.
O g1 tenta contato com o Governo de Rondônia e com a Prefeitura de Porto Velho.
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Servidores públicos, empresários e um advogado são alvos de uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de fraudes em licitações e contratos públicos do governo do estado e da prefeitura. Segundo a PF, o grupo usava informações privilegiadas para favorecer empresas em disputas e garantir contratos superfaturados.
Essa é a segunda fase da Operação Máscara de Janos, que investiga o esquema de fraudes em contratos públicos. Na primeira etapa, a PF descobriu que o esquema funcionava há cerca de 15 anos e chegou a movimentar mais de R$ 8,4 milhões em apenas um ano.
De acordo com as investigações, o grupo teve acesso a documentos sigilosos, como minutas de pareceres técnicos e decisões administrativas, antes mesmo de serem assinados ou publicados oficialmente.
Com isso, empresas diferentes, mas que estavam ligadas a um mesmo grupo econômico que participavam de licitações de forma coordenada, simulavam uma concorrência para direcionar os resultados das contratações públicas.
Na primeira fase a polícia descobriu que duas empresas simulavam competir em licitações. No entanto, apenas uma existia de fato; a outra era uma empresa de fachada, registrada em nome de um laranja e sem funcionários.
A investigação começou em parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), durante ações de fiscalização.
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