Presa por suspeita de matar amiga em piscina trabalhava com a vítima e a convidou para festa na área de lazer, diz irmão

Presa por suspeita de matar amiga em piscina trabalhava com a vítima e a convidou para festa na área de lazer, diz irmão


Polícia prende amiga de jovem encontrada morta ao lado de piscina
A mulher presa nesta terça-feira (27) por suspeita de envolvimento na morte de uma jovem encontrada ao lado de uma piscina em Lins (SP) trabalhava com a vítima em um supermercado e foi quem a convidou para ir a uma festa na área de lazer onde Beatriz Callegari de Paula, 26 anos, morreu, no dia 16 de janeiro.
Inicialmente o caso tinha sido registrado como morte suspeita e a informação dada pela própria suspeita era de que Beatriz tinha sofrido uma descarga elétrica, porém, o laudo da causa da morte apontou afogamento e o caso passou a ser investigado como homicídio.
Em entrevista ao g1, o irmão de Beatriz, disse que a irmã ficou bastante próxima da suspeita quando se conheceram no trabalho, mas nos últimos tempos tinham se afastado.
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“Elas se conheceram no mercado, onde a minha irmã trabalhava também. No começo, elas se viam sempre”, afirma o churrasqueiro Alexandre Callegari de Paula, irmão de Beatriz.
Beatriz Callegari de Paula tinha 26 anos e foi encontrada morta ao lado de uma piscina em Lins
Facebook/Reprodução
Alexandre disse ainda que a dupla se afastou por causa do ex-namorado de Beatriz, que costumava ter atitudes violentas e, inclusive, teria agredido amigas da jovem por ciúmes, entre elas, a suspeita do crime.
No entanto, depois de um tempo de afastamento que o irmão não soube estimar exatamente, a suspeita retornou o contato com a vítima para convidá-la para a festa na área de lazer, que é um espaço alugado para confraternizações.
Segundo Alexandre, Beatriz estava evitando sair de casa por causa de ameaças e perseguição do ex-namorado, contra o qual tinha, inclusive, medidas protetivas, mas aceitou ir à festa.
“Do nada, no mesmo dia, ela chegou conversando com a minha irmã para falar sobre a festa, disse que era uma festa particular para ninguém ficar sabendo.”
Laudo apontou morte por afogamento
A suspeita de envolvimento na morte de Beatriz, uma mulher de 40 anos que não teve a identidade divulgada, foi presa na terça-feira (27) após a divulgação do laudo, no dia 23 de janeiro, que apontou a causa da morte por afogamento, contradizendo a versão dada inicialmente de que Beatriz tinha sofrido uma descarga elétrica.
Segundo a Polícia Civil, a decisão de pedir a prisão temporária da suspeita se baseou nas contradições entre o depoimento dela e o resultado da perícia. No momento da morte, Beatriz estava acompanhada apenas da suspeita.
Ainda segundo a polícia, apesar de ter convidado a vítima para uma festa, apenas mais uma pessoa esteve no local, além de Beatriz e da suspeita, um amigo da mulher, que teria ido embora uma hora antes dos bombeiros serem acionados.
Beatriz foi encontrada caída de costas, vestindo biquíni, com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina. Os bombeiros chegaram a desligar a energia e constataram a morte da vítima.
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Ainda de acordo com boletim de ocorrência registrado no dia, havia equipamentos elétricos próximos do corpo, mas por fim, o laudo do Instituto Médico Legal descartou a morte por eletrocussão e apontou a causa por afogamento.
O caso é investigado como homicídio por meio de inquérito policial instaurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Lins.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), os laudos requisitados ao Instituto de Criminalística (IC) estão em elaboração para auxiliar no completo esclarecimento dos fatos.
*Sob a supervisão de Mariana Bonora.
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A mulher presa nesta terça-feira (27) por suspeita de envolvimento na morte de uma jovem encontrada ao lado de uma piscina em Lins (SP) trabalhava com a vítima em um supermercado e foi quem a convidou para ir a uma festa na área de lazer onde Beatriz Callegari de Paula, 26 anos, morreu, no dia 16 de janeiro.
Inicialmente o caso tinha sido registrado como morte suspeita e a informação dada pela própria suspeita era de que Beatriz tinha sofrido uma descarga elétrica, porém, o laudo da causa da morte apontou afogamento e o caso passou a ser investigado como homicídio.
Em entrevista ao g1, o irmão de Beatriz, disse que a irmã ficou bastante próxima da suspeita quando se conheceram no trabalho, mas nos últimos tempos tinham se afastado.
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“Elas se conheceram no mercado, onde a minha irmã trabalhava também. No começo, elas se viam sempre”, afirma o churrasqueiro Alexandre Callegari de Paula, irmão de Beatriz.
Beatriz Callegari de Paula tinha 26 anos e foi encontrada morta ao lado de uma piscina em Lins
Facebook/Reprodução
Alexandre disse ainda que a dupla se afastou por causa do ex-namorado de Beatriz, que costumava ter atitudes violentas e, inclusive, teria agredido amigas da jovem por ciúmes, entre elas, a suspeita do crime.
No entanto, depois de um tempo de afastamento que o irmão não soube estimar exatamente, a suspeita retornou o contato com a vítima para convidá-la para a festa na área de lazer, que é um espaço alugado para confraternizações.
Segundo Alexandre, Beatriz estava evitando sair de casa por causa de ameaças e perseguição do ex-namorado, contra o qual tinha, inclusive, medidas protetivas, mas aceitou ir à festa.
“Do nada, no mesmo dia, ela chegou conversando com a minha irmã para falar sobre a festa, disse que era uma festa particular para ninguém ficar sabendo.”
Laudo apontou morte por afogamento
A suspeita de envolvimento na morte de Beatriz, uma mulher de 40 anos que não teve a identidade divulgada, foi presa na terça-feira (27) após a divulgação do laudo, no dia 23 de janeiro, que apontou a causa da morte por afogamento, contradizendo a versão dada inicialmente de que Beatriz tinha sofrido uma descarga elétrica.
Segundo a Polícia Civil, a decisão de pedir a prisão temporária da suspeita se baseou nas contradições entre o depoimento dela e o resultado da perícia. No momento da morte, Beatriz estava acompanhada apenas da suspeita.
Ainda segundo a polícia, apesar de ter convidado a vítima para uma festa, apenas mais uma pessoa esteve no local, além de Beatriz e da suspeita, um amigo da mulher, que teria ido embora uma hora antes dos bombeiros serem acionados.
Beatriz foi encontrada caída de costas, vestindo biquíni, com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina. Os bombeiros chegaram a desligar a energia e constataram a morte da vítima.
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Ainda de acordo com boletim de ocorrência registrado no dia, havia equipamentos elétricos próximos do corpo, mas por fim, o laudo do Instituto Médico Legal descartou a morte por eletrocussão e apontou a causa por afogamento.
O caso é investigado como homicídio por meio de inquérito policial instaurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Lins.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), os laudos requisitados ao Instituto de Criminalística (IC) estão em elaboração para auxiliar no completo esclarecimento dos fatos.
*Sob a supervisão de Mariana Bonora.
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