‘Vou pagar uma coisa que não devo’, diz sergipano condenado a dividir prêmio da Mega da Virada com compadre

‘Vou pagar uma coisa que não devo’, diz sergipano condenado a dividir prêmio da Mega da Virada com compadre


Gutemberg Olveira terá a dividir prêmio da Mega da Virada com o compadre.
Arquivo Pessoal
O sergipano Gutemberg Oliveira, condenado a dividir com o compadre o prêmio da Mega da Virada de 2022, contou a sua versão ao g1 e negou qualquer tipo de acordo antes de realizar o jogo e que não concorda com a decisão da justiça sergipana.
Segundo Gutemberg, ele foi até a casa lotérica, que fica na cidade de Frei Paulo, pagou todos os jogos e o compadre apenas o ajudou falando os números em um dos talões, que não foi o vencedor, e acrescentou R$ 0,50 para completar o valor necessário.
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O réu também afirmou que não acredita no relato das testemunhas presentes na decisão e que não foi feito nenhum acordo com o compadre para divisão de valores.
“Mas aí quando eu ganhei, virou esse inferno. Ele entrou na Justiça contra a minha pessoa e agora eu vou pagar uma coisa que eu não devo. […] Quem assinou o papel do jogo fui eu, é meu e agora a justiça quer que eu devolva R$ 22 mil”, disse o réu.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Gutemberg, que trabalha como vigilante, também afirmou que enfrentará dificuldades financeiras para fazer o pagamento. “Eu ganho um salário (mínimo), eu tenho que me manter com esse salário. Quando a Justiça me chamar, eu vou pagar, mas como é que eu posso pagar? eu vou dizer a minha situação”, acrescentou.
Ele declarou que ainda aguarda a comunicação oficial e que vai tentar recorrer da decisão. O advogado de defesa do autor da ação alegou que ainda vai estudar o caso para emitir novo posicionamento.
Mega da Virada
Tomaz Silva/Agência BrasilGutemberg Olveira terá a dividir prêmio da Mega da Virada com o compadre.
Arquivo Pessoal
O sergipano Gutemberg Oliveira, condenado a dividir com o compadre o prêmio da Mega da Virada de 2022, contou a sua versão ao g1 e negou qualquer tipo de acordo antes de realizar o jogo e que não concorda com a decisão da justiça sergipana.
Segundo Gutemberg, ele foi até a casa lotérica, que fica na cidade de Frei Paulo, pagou todos os jogos e o compadre apenas o ajudou falando os números em um dos talões, que não foi o vencedor, e acrescentou R$ 0,50 para completar o valor necessário.
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O réu também afirmou que não acredita no relato das testemunhas presentes na decisão e que não foi feito nenhum acordo com o compadre para divisão de valores.
“Mas aí quando eu ganhei, virou esse inferno. Ele entrou na Justiça contra a minha pessoa e agora eu vou pagar uma coisa que eu não devo. […] Quem assinou o papel do jogo fui eu, é meu e agora a justiça quer que eu devolva R$ 22 mil”, disse o réu.
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Gutemberg, que trabalha como vigilante, também afirmou que enfrentará dificuldades financeiras para fazer o pagamento. “Eu ganho um salário (mínimo), eu tenho que me manter com esse salário. Quando a Justiça me chamar, eu vou pagar, mas como é que eu posso pagar? eu vou dizer a minha situação”, acrescentou.
Ele declarou que ainda aguarda a comunicação oficial e que vai tentar recorrer da decisão. O advogado de defesa do autor da ação alegou que ainda vai estudar o caso para emitir novo posicionamento.
Mega da Virada
Tomaz Silva/Agência Brasil g1

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